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quinta-feira, 30 de novembro de 2023
Primeira Cruz. Total descaso, moradores do município de Primeira Cruz em situação de extrema pobreza.
quinta-feira, 9 de novembro de 2023
Operação da policia federal investiga fraude em licitação de recursos, no MA.
Operação W.O foi deflagrada nesta quinta-feira (9). Fraude em licitações para contratação de empresa em Timbiras, a 280 km de São Luís, está sob investigação.
Uma operação destinada a investigar fraudes em licitações para contratação de empresa para fornecimento de materiais de informática e de limpeza em Timbiras (MA), a 280 km de São Luís, foi realizada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quinta-feira (9).
Segundo a PF, houve conluio entre empresários e servidores municipais para favorecer uma empresa específica, que apresentou documentação fora do prazo, omitiu documentos obrigatórios, falsificou assinaturas e simulou cotação de preços. Uma das sessões públicas teria ocorrido em 12 de outubro, feriado nacional.
Além disso, as licitações resultaram em duas Atas de Registro de Preços que foram utilizadas, em 2021, por outros seis municípios do Maranhão: Presidente Dutra, São Vicente Ferrer, Morros, Coelho Neto, Pedro do Rosário e Matões do Norte. Com isso, o prejuízo aos cofres públicos pode ter sido maior do que o previsto.
A Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e valores de até R$ 10 milhões, a suspensão da função pública de um servidor de Timbiras e a proibição de participar de licitações e contratar com órgãos públicos para o empresário investigado e sua empresa.
Para cumprir os mandados de busca e apreensão, 22 policiais federais atuaram na região metropolitana de São Luís. Os envolvidos podem responder por crimes de fraude em licitação, associação criminosa, falsidade ideológica e corrupção ativa e passiva.
Brasil tem 6,4 milhões de lares sem internet e 23,8 milhões de excluídos digitais, mostra IBGE
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Tecnologia da Informação e Comunicação 2022, a Pnad TIC, e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

O acesso à internet no Brasil manteve a tendência de expansão nos últimos anos, mas 6,4 milhões de famílias permaneciam sem conexão à rede em casa em 2022. Cerca de 23,792 milhões de brasileiros de 10 anos ou mais de idade não usavam a internet, sendo 2,923 milhões deles estudantes. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Tecnologia da Informação e Comunicação 2022, a Pnad TIC, e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os excluídos digitais representavam 12,8% da população com 10 anos ou mais de idade. Mais da metade deles eram idosos (52,3% tinha 60 anos ou mais de idade). O grupo também era majoritariamente constituído por pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto, o equivalente a 78,5% das pessoas sem acesso à internet.
"No País, o rendimento médio mensal real per capita nos domicílios em que havia utilização da internet (R$ 1.760) foi quase o dobro do rendimento nos que não utilizavam essa rede (R$ 944). A grande diferença entre esses dois rendimentos foi observada em todas as Grandes Regiões, com destaque para a Região Norte, cujo rendimento nos domicílios em que havia utilização da Internet foi maior que o dobro do rendimento registrado nos domicílios que não utilizavam o serviço", ressaltou o IBGE.
Entre os excluídos digitais, 16,2% apontaram motivos financeiros para a falta de acesso à internet: 11,1% disseram que o acesso à rede era caro, e outros 5,1% declararam que o equipamento eletrônico necessário era caro. Os dois motivos mais mencionados para a falta de conectividade foram não saber usar a internet (47,7%) e falta de necessidade (23,5%). Outros 3,6% disseram que o serviço não estava disponível nos locais que frequentavam, sendo que essa proporção subia a 9,7% entre os excluídos digitais da região Norte. Na média do Brasil, 8,0% dos desconectados em área rural mencionaram a ausência de internet nos locais frequentados, contra uma fatia de apenas 1,8% dos excluídos digitais de áreas urbanas.
Entre os estudantes que não tinham internet, a maioria esmagadora frequentava a rede pública de ensino: 93,7%. Os estudantes de 10 anos ou mais que ainda eram excluídos digitais em 2022 relataram maior peso da questão financeira para o problema: 19,9% consideravam o serviço caro e 14,8% afirmaram que o equipamento necessário para o acesso era caro.
ACESSO GRATUITO À NTERNET.
A pesquisa mediu ainda o alcance do acesso gratuito à internet (Wi-Fi) em locais públicos, como estabelecimentos públicos de educação e bibliotecas públicas, estabelecimentos públicos de saúde, praças e parques: 8,9% das pessoas que utilizaram a internet no período de referência afirmaram ter acessado o serviço gratuitamente em escolas, universidades ou bibliotecas públicas; 5,2%, em estabelecimentos públicos de saúde, como postos de saúde e hospitais públicos; e 5,5%, em praças ou parques públicos. A Região Sul apresentou os maiores porcentuais de acesso gratuito à internet para os três tipos de locais públicos pesquisados: 11,7%, 7,9% e 8,1%, respectivamente.
"Nota-se que o acesso gratuito à internet em estabelecimentos públicos de educação ou bibliotecas públicas foi maior entre os grupos etários mais jovens: 19,1%, para as pessoas de 10 a 13 anos de idade; 24,7%, entre as pessoas de 14 a 19 anos; e 11,5%, para o grupo de 20 a 24 anos", apontou o IBGE.
Entre os estudantes conectados, 24,2% fizeram uso de internet gratuita em estabelecimentos de ensino públicos e bibliotecas públicas. Considerando a rede de ensino de origem, 26,7% dos estudantes da rede pública que utilizaram internet acessaram o serviço de forma gratuita em escolas, universidades ou bibliotecas públicas, fatia superior à dos estudantes conectados que cursavam a rede privada de ensino (19,0%).
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Em pouco mais de um mês, ao menos 39 jornalistas foram mortos enquanto trabalhavam na guerra Israel-Hamas
Em pouco mais de um mês, ao menos 39 jornalistas foram mortos enquanto trabalhavam na guerra Israel-Hamas, segundo o Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ). O número é mais que o dobro do registrado nos 20 meses da Guerra da Ucrânia, conflito em que 17 profissionais de imprensa morreram.
A organização alerta que "os jornalistas em Gaza enfrentam riscos particularmente elevados conforme tentam cobrir o conflito face a um ataque terrestre israelense à Cidade de Gaza, a devastadores ataques aéreos israelenses, a interrupções nas comunicações e a extensos cortes de energia".
Também sublinha que Israel avisou as agências de notícias de que não poderia garantir a segurança dos profissionais na guerra.
Dos 39 jornalistas mortos até esta quarta -mais de um por dia- 34 eram palestinos, 4, israelenses, e 1, libanês. "[Trata-se do] mês mais mortal para os jornalistas que cobrem conflitos desde que o CPJ começou a documentar as mortes, em 1992", diz a organização com sede em Nova York.
Pelo menos oito jornalistas ficaram feridos, e vários tiveram familiares mortos no conflito. Um dos profissionais atingidos pela guerra é o cinegrafista palestino Mohammed Alalou, 37, que trabalha para a agência de notícias turca Anadolu. Ele perdeu quatro de seus cinco filhos em um bombardeio na segunda (6) que atingiu a sua casa no campo de refugiados Maghazi, na Faixa de Gaza.
Segundo o jornal americano The New York Times, Alalou estava trabalhando quando recebeu uma enxurrada de mensagens no celular. Ao checar as notificações, seu medo se tornou realidade: os corpos de quatro de seus filhos -Qais, Ahmad, Rahaf e Kenaan- haviam sido encontrados nos escombros da casa destruída.
Além dos filhos, Alalou diz que quatro irmãos e "vários sobrinhos" morreram na ofensiva. A esposa do fotógrafo foi hospitalizada com queimaduras graves no rosto, múltiplas fraturas e ferimentos por estilhaços. Após o caso ganhar repercussão, um porta-voz militar de Israel disse que autoridades do país estavam investigando se o Exército israelense "operava na área" durante o bombardeio.
"O CPJ enfatiza que os jornalistas são civis que realizam um trabalho importante em tempos de crise e não devem ser alvo de partes em conflito", disse Sherif Mansour, coordenador do programa do CPJ para o Oriente Médio e África do Norte, ao site da organização. "Os que estão em Gaza, em particular, pagaram, e continuam a pagar, um preço sem precedentes e enfrentam ameaças exponenciais."
O balanço da CPJ contabiliza ainda profissionais que foram mortos fora de Israel ou da Faixa de Gaza. O cinegrafista da agência Reuters Issam Abdallah, por exemplo, foi morto no dia 13 de outubro quando Israel atirou contra posições do Hezbollah no sul do Líbano.
Além dos profissionais mortos ou feridos, há ainda tentativa de censuras contra os jornalistas, alerta a CPJ. Ao menos nove foram presos desde o começo da guerra, e a organização aponta "múltiplos registros" de agressões, ameaças, ataques cibernéticos e assassinatos de familiares.
Já o Comitê de Apoio a Jornalistas (JSC, na sigla em inglês) diz que mais de 40 casas de profissionais da imprensa foram destruídas em ataques, e 55 organizações de mídia tiveram suas instalações derrubadas ou danificadas.
Israel tem sido criticado por punir de maneira coletiva e indiscriminada os civis de Gaza. Desde o início da guerra, mais de 10,5 mil palestinos morreram no território, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas; do lado israelense, foram ao menos 1.400 óbitos.
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